sexta-feira, 28 de junho de 2013

Devaneios Extremamente Emocionais

   Hoje acordei me sentindo divida entre os dois extremos emocionais, ao mesmo tempo que me sentia extremamente feliz, me sentia extremamente triste.
   Parei para pensar um pouco sobre isso e me veio várias perguntas das quais não sei se sei responder, como por exemplo, será que eu realmente posso alcançar os dois extremos sem que um interfira no outro? 
  Pensando sobre isso cheguei a uma conclusão que não sei se é conclusão ou dúvida, mas se eu alcancei os dois extremos isso significa que cheguei em um meio termo e na verdade não alcancei nada, pois se minha euforia se mistura com a minha depressão, a felicidade me impede de ser totalmente triste e minha tristeza me impede de ser totalmente feliz, logo quando acordei não estava nem triste nem feliz, certo? 
   Certo ou errado, não sei,  só sei que mesmo com esse pensamento ainda me sinto como se eu tivesse alcançado os dois extremos separadamente, tendo muitos motivos para estar extremamente feliz e muitos motivos para estar extremamente triste, porém são tantos motivos para tantas coisas que nem sei mais quais realmente importam.
   Eis que surgiu então mais uma dúvida, afinal o que é a felicidade? por que as pessoas se importam tanto em alcança-la?
   Não sei descrever o que é a felicidade ou a tristeza, mas penso que a felicidade verdadeira está na busca pela felicidade, até porque quem nunca chorou de saudades de sorrisos que se foram ou até mesmo riu de lágrimas que já secaram? quem nunca se lembrou de sonhos passados e olhou para as mudanças que fizeram-se presentes e então pensou naquela famosa frase "naquela época eu era feliz e não sabia". Quando isso acontece só consigo pensar em uma coisa, se naquela época eu era feliz e não sabia, talvez agora eu seja feliz e não saiba, logo devo ficar feliz até por estar triste, até poque sem tristeza não há felicidade.
   Sem contar que  se conseguíssemos tudo o que queremos, será que realmente seriamos felizes sem ter mais o que querer ou o que buscar? logo se fossemos extremamente felizes na verdade seriamos extremamente tristes?
   Talvez isso tudo possa ser bem confuso e não fazer sentido nenhum,  nem sei se eu mesma entendi o que eu quis dizer, mas se eu entendi o que quis dizer, desejo que todas as pessoas do mundo sejam felizes em suas tristezas pois creio que graças a essas poderemos saber de fato o que é ser feliz!

terça-feira, 11 de junho de 2013

#Resenha "Fiquei com seu número"

Autora: Sophie Kinsella
Páginas:464
Editora: Record
Ano de lançamento: 2012


   Fiquei com seu número é um livro do gênero chick lit, ou seja é uma ficção que retrata os dilemas da mulher moderna de uma forma bem humorada. Só com essa informação já sabemos que a maior parte das pessoas do sexo masculino não se interessará por esse livro, poque sim, é um livro voltado para o público feminino e bem de mulherzinha mesmo.


   Esse livro conta a história de Poppy Wyatt, uma fisioterapeuta que está prestes a se casar, porém acaba sofrendo a desventura de perder um anel de família que ganhou de noivado, durante sua despedida de solteira e isso tudo um dia antes de conhecer seus sogros (sim ela estava para se casar mas ainda não conhecia a família do noivo).

   Bem eu resolvi falar desse livro por uma grande razão, se você for assim como eu do tipo de pessoa que vez ou outra acaba tendo um daqueles dias que eu costumo chamar de "dia Z", onde absolutamente TUDO o que  você faz dá errado, esse livro definitivamente te fará se sentir melhor, pelo simples fato de que a protagonista não tem apenas um simples "dia Z",  ela se dá mal o tempo inteiro.

   Após Poppy perder seu anel de noivado, ela mobiliza todos os funcionários do hotel onde ela estava comemorando sua despedida de solteira, para ajudá-la a encontrar, porém no meio da confusão ela acaba perdendo também seu celular, ela fica desesperada e eis que surge uma luz no fim do túnel, ela encontra um celular perdido  em uma lixeira e resolve ficar com ele. Porém o celular pertencia a uma empresa e estava sobre a posse da uma assistente do executivo Sam Roxton, que resolveu largar o emprego. A partir dai Poppy tenta convencer Sam a ficar com o celular da empresa dele pois ela já tinha passado aquele número para todos os funcionários do hotel. Sam obviamente não gosta muito essa história mas acaba concordando e eles passam a dividir o celular e é ai que as confusões começam a aumentar.

   Apesar de suas quatrocentas e sessenta e quatro páginas, esse é um livro super rápido, sua narrativa é bem leve e jovial, e em sua grande parte é tomada pelos e-mails que passam por esse celular, logo é o tipo de livro que você pega para ler naquele dia em que não tem nada para fazer e quer apenas passar o tempo e se divertir um pouco com a desgraça alheia (afinal ver o outro se dando mal, mesmo que sendo um personagem fictício, faz com que você se sinta mais confortável com a sua desgraça, confesse), dá para ler em um dia tranquilamente, super recomendo.



Boa leitura e até mais ;D








sexta-feira, 24 de maio de 2013

A Vida Através Dos Olhos De Um Leitor Confuso...


Ahh como seria bom se a vida fosse como os livros, nem sempre reais mas sempre passando a impressão de que no final todas as coisas se acertarão.
   E se como nos livros de fantasia, quando comessássemos a perder as esperanças de que tudo dará certo, alguma coisa totalmente fantástica e inesperada aconteceria para que continuássemos a ter esperanças, ou ao menos pudéssemos ter a opção de dar aquela espiadinha na ultima página, para que mesmo que as coisas não terminem como imaginamos, ao menos teríamos tempo para nos preparar para o  que estaria por vir. Talvez isso ajudaria a aceitar melhor as batalhas no decorrer da estória...
   Mas a vida está mais para um livro onde nós somos os escritores, porém nunca conseguimos prever se as coisas acabarão bem, nem quais serão os personagens que farão parte dele.
   Difícil mesmo é quando passamos por aqueles momentos onde se inicia aquela avalanche de coisas ruins das quais não podemos controlar e de repente, no meio desse soterramento encontramos uma luz, talvez um novo personagem para nossa estória.
   Com tantas coisas ruins acontecendo ao mesmo tempo,  o autor pode acabar ficando confuso, assustado e até mesmo com medo dessa suposta luz, sem saber como reagir ou o que escrever nos próximos capítulos.
   Algumas vezes com tanta confusão acabamos mantendo uma certa inércia na esperança de que as coisas se ajeitem sozinhas. Mas complicado mesmo é quando no meio dessa inércia o tal escritor acaba se apegando a esse tal personagem , aquele personagem que parece que com um simples abraço consegue passar uma sensação de que não acontecerá mais nada de ruim dentro da estória...
   Mas e se o escritor for do tipo inseguro? E se ele não conseguir dar ao personagem o desfecho que ele merece? E se com tantas dúvidas o escritor começar  a deixar sua estória se escrever sozinha e chegar a um ponto em que ele não consegue mais voltar às páginas anteriores para fazer correções? Como fazer se esse autor tiver dificuldades para se expressar? E principalmente como mostrar para esse personagem a importância que ele tem nisso tudo, deixando para trás o medo de decepcioná-lo, ou de sua estória não ser boa o bastante para ele?
   Não sei se isso acontece com todos os "escritores da vida real", mas falo pelo que consigo decifrar disso que intitulam de vida... 
   Definitivamente escrever os caminhos que tomaremos em nossas vidas e o destino de cada personagem que passa por ela, é sem dúvidas o trabalho mais difícil e assustador de todos, pois você sempre acaba interferindo na escrita de outros autores e não há como apagar o que já foi escrito, muitas vezes tentamos concertar mas nem sempre isso funciona, o jeito mesmo é erguer a cabeça e continuar os próximos capítulos da melhor forma possível, tentando dar os melhores desfechos para os personagens realmente importantes e transformando esse livro no melhor Best Seller de todos os tempos!!!